Os The Rolling Stones confirmaram oficialmente o lançamento de “Foreign Tongues”, novo álbum de estúdio da banda, previsto para chegar às plataformas no dia 10 de julho.
O projeto já vem sendo apontado como um dos lançamentos mais aguardados do rock em 2026, especialmente pela lista de participações especiais e pelo simbolismo envolvendo o legado do grupo.
Participações de peso
Entre os convidados confirmados estão Paul McCartney, Robert Smith, Steve Winwood e Chad Smith.
A presença de McCartney marca mais uma colaboração histórica entre integrantes dos Beatles e dos Stones, ampliando ainda mais a conexão entre dois dos maiores nomes da música britânica.
Já Robert Smith, vocalista do The Cure, aparece como uma das participações mais curiosas e comentadas do projeto. Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, ele contribuiu em diferentes faixas do disco, adicionando elementos de guitarra, synths e backing vocals.
O último registro de Charlie Watts
Outro ponto que tem emocionado os fãs é a presença do baterista Charlie Watts, falecido em 2021.
O álbum contará com gravações inéditas registradas durante as sessões de “Hackney Diamonds”, último trabalho lançado pela banda. As faixas funcionam como uma espécie de despedida musical de Watts, cuja identidade sonora sempre foi considerada peça fundamental no som dos Stones.
Sonoridade e expectativa
Produzido novamente por Andrew Watt, o disco promete explorar diferentes influências, passando pelo rock clássico, blues, punk e elementos contemporâneos. Mick Jagger descreveu as gravações como “intensas”, destacando a energia criativa do grupo mesmo após mais de seis décadas de carreira.
O primeiro single, “In The Stars”, já foi lançado acompanhado da faixa “Rough and Twisted”, aumentando a expectativa em torno do novo trabalho.
Um encontro de gerações
Mais do que um novo álbum, “Foreign Tongues” surge como um encontro entre diferentes eras da música britânica e internacional.
Ao reunir nomes históricos como Paul McCartney, Robert Smith e Charlie Watts em torno dos Rolling Stones, o projeto reforça a relevância contínua da banda e sua capacidade de permanecer conectada ao presente sem perder sua essência.


